Meu nome é Henrique Klein, sou CEO da Elroi da Elroi Tecnologia Hospitalar, e Desenvolvedor do Software de Inteligencia de Gestão de Limpeza Hospitalar BACPRO, nos últimos cinco anos eu carrego um único pensamento fixo: encontrar soluções para diminuir os casos de infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS). Não vou gastar linhas explicando a gravidade — você que está na área já sabe. Vamos direto ao ponto.
A realidade é dura e incômoda: a limpeza hospitalar e a segurança ambiental não estão bem na maioria dos hospitais no Brasil. As equipes vivem sobrecarregadas e quase nunca conseguem dar conta da demanda. Os protocolos, quando existem, são muitas vezes impraticáveis, incompletos ou totalmente ineficazes. E, quando o protocolo até faz sentido, vem outro problema: o operador. Muitos não recebem treinamento. Outros recebem, mas não absorvem. O resultado? Falhas previsíveis, brechas abertas, riscos desnecessários.
O dimensionamento de equipes é outro equívoco gritante. Resumem tudo a metragem quadrada, ignoram fatores reais como número de leitos ocupados, circulação de pacientes críticos, áreas de risco biológico e tempo de contato por atividade. O resultado: equipes sempre reduzidas, mal dimensionadas e exaustas. Some-se a isso a alta rotatividade — impossível formar um time experiente.
E a lista de falhas não para:
- controle manual em planilhas frágeis, sujeitas a erros, rasuras e até informações inventadas só para “cumprir tabela”;
- ausência total de rastreabilidade e de auditoria externa confiável;
- relatórios inexistentes ou manipuláveis;
- desconfiança interna constante sobre a qualidade da limpeza;
- faltas, desfalques e férias mal planejadas que desorganizam todo o serviço;
- comunicação baseada em WhatsApp, sem histórico oficial, sem responsabilidade;
- conflitos quase diários com a enfermagem por atrasos, áreas não atendidas e falhas de alinhamento;
- inexistência de métricas de produtividade, tempo de limpeza, tempo de trânsito, tempo de ineficiência;
- inexistência de indicadores para justificar aumento ou redução de equipes;
- protocolos frágeis que não cobrem situações anormais, surtos, emergências;
- ausência de mapeamento físico e lógico da instituição, sem clareza sobre prioridades de limpeza por risco;
- inexistência de monitoramento em tempo real;
- nenhuma ferramenta para comparar desempenho entre turnos e equipes;
- falta de registro de insalubridade e EPIs usados, resultando em processos judiciais rotineiros;
- ausência de relatórios claros para diretoria e comissão de controle de infecção;
- operadores sem acompanhamento técnico, sem feedback e sem motivação;
- tempo excessivo gasto com tarefas burocráticas, sem foco na execução;
- despadronização total: cada hospital tem sua “receita própria”, sem consistência.
Eu poderia passar o dia listando problemas. Na verdade, poderia passar uma semana. Mas não é esse o ponto. Criticar sem apresentar saída não resolve. É por isso que eu baixei a cabeça e desenvolvi o BACPRO.
Esse software não nasceu em um escritório confortável, mas sim dentro da realidade hospitalar, olhando de perto as dores e as falhas. O BACPRO é uma resposta prática: uma plataforma de governança digital inteligente, feita para transformar a gestão da limpeza. Ele não é só um sistema; é uma visão. É a certeza de que tecnologia, rastreabilidade e inteligência aplicada podem transformar uma área que sempre foi deixada em segundo plano em um verdadeiro pilar de segurança hospitalar.
Minha missão como desenvolvedor foi simples e direta: eliminar as planilhas manuais, reduzir a subjetividade, dar visibilidade em tempo real, gerar indicadores concretos, priorizar riscos e otimizar recursos. Aqui, digitalização não é luxo — é sobrevivência.
No fundo, o BACPRO foi uma escolha. Em vez de me contentar em criticar o que estava errado, eu decidi criar uma solução. Uma ferramenta pensada para quem realmente está no campo de batalha e precisa de algo prático, confiável e eficiente.
No fim do dia, governança digital não é sobre tecnologia. É sobre permitir que as pessoas façam melhor aquilo que já sabem que é vital: proteger vidas.
E se você ainda pergunta: “será que funciona mesmo?”, eu devolvo a pergunta: será que o que você tem hoje funciona? Planilhas manuais, dados frágeis, ausência de rastreabilidade… você realmente confia nisso?
Se quiser resultados diferentes, não adianta insistir nas mesmas práticas. É hora de abrir espaço para a mudança.
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